Meu feriado estava bom.Curitiba e baladinha. Porque, me desculpe, festa em ctba é baladinha. E não é porque sou metida, não...É porque não dá para "levar a sério" balada que toca Offer Nissim, Tiësto com... Vanessa Da Mata... Pardon de moi!
Mas cidade grande é sempre bom, né? A feirinha estava ótima e os brechós também!Museu, exposição, cinema...Gente bonita, gente diferente... :) Eu adoro isso!

Ahhh....Conhecemos também "Morrestes" (Hehehe..."Brigada", Rafa!Perfeito!), digo Morretes e Antonina.A Serra da Graciosa é bem bonita.

Mais um domingo e mais um show de horrores jornalístico do Fantástico.

Primeiro foi a Glória Maria e a matéria na San Andres, Colômbia...

Pergunta inteligente da repórter:

"O que a senhora fez para chegar até os cento e seis anos?"

Comentário brilhante da repórter:

"Nossa!!!!!! Cento e seis anos e nenhuma rugaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!"

Acompanhamos, então, digníssima repórter mergulhando de biquini nas águas do tal paraíso! Sem qualquer propósito jornalístico!! SOS!!!

*Segunda parte do show de horrores

Matéria sobre Maria Madalena... Pegaram a Maria Madalena para Judas.
Eu acho uma coisa horrorosa ficar, dois mil e tantos anos depois, espancando, in memorian, alguém que já morreu. Não foi Jesus que ensinou a perdoar?

Anyway...

"Por Marcos Losekann, em Magdala, Israel. João Pedro Paes Leme, em Saintes Maries de la Mer, França. E Zeca Camargo, do Rio de Janeiro. "

A matéria faz um perfil de Maria Madalena: Apóstola para a História. Mulher para a humanidade. Desacreditada, desvirtuada pela Igreja.

Bem, primeiramente, a faltou sensibilidade na produção. Três homens a fazer a matéria e muitos homens a falar sobre Maria Madalena. Como, e não lembro no momento o nome da feminista que disse isso, (mas a regina e a nana podem me ajudar, está na mono delas :)), como construir um discurso coeso e mais verdadeiro sobre a mulher quando é o homem que fala dela (de nós) o tempo todo.

Bem, fora a religiosidade, o que já deixou a matéria meio espetacular, vem a frase do repórter, para dar fundamento a uma crença, de que Maria Madalena teria chegado a França de barco:

"... A idade de 55 a 60 anos. Exatamente a que ela teria se estivesse viva..."

55 a 60 anos? Exatamente? teria? Parece que nada funcionou na frase. Muito menos o aspecto jornalístico da matéria

Para piorar:

“Ela não foi propriamente uma apóstola, mas sim, discípula do Cristo, fiel seguidora do Cristo”, afirma Dom Anselmo.

Bem, acho que ele não estava por lá.

“O fato dele aceitar uma prostituta, uma antiga prostituta, no seu grupo, é sinal também do seu amor. Santa Maria Madalena também é a figura do homem que é pobre diante de Deus, no sentido que ele precisa sempre da misericórdia de Deus”, pondera Dom Anselmo."

AHHHH, claro! Não bastasse denegrir a imagem de uma apóstola por ser mulher, coisa que já se sabe desde 1950, segundo estudiosos do tema, a igreja, agora coloca, Maria Madalena, uma mulher, como "a figura do homem que é pobre diante de Deus, no sentido que ele precisa sempre da misericórdia de Deus."

Ai, Jesus, perdoai, porque eles sabem o que fazem e o que fizeram.

**Olha só, a quem interessar possa: tem clip novo. Coloquei o show do Miguel Bose, dublando "un año de amor", que está no filme "De Salto Alto", do Almodovar.

Avassaladoras? (Rede Record)

Não! Avassaladas!! Que porcaria de seriado é esse, Jesus?!

Tudo é ruim: atuação, edição, roteiro... Os diálogos são de chorar. Um pavor!
O Ministério da Sáude adverte, assistir isso causa enjôo...


Campanha publicitária divina da Maison Chanel para o perfume nº 5...

Bem, acho que é bom fazer um agradecimento público à Cristine Tomazoni por ter acolhido de forma tão simpática as acadêmicas que foram ao programa Domingo Legal. Agradeço porque possibilitou às meninas a visita as instalações do SBT e também porque se mostrou, pelo que me foi contado, muito humilde e profissional.
Então, como não é sempre que ouvimos falar de humildade e simpatia, ficam aqui minhas saudações para a colega.

Pensamento do domingo:





"Quem será que eu vou descobrir que eu fui?"


Correção
O grupo das meninas da matéria que mencionei outro dia, que foram ao GUGU, era composto das alunas: Greice, Nana, Regina, Luci e da Ana Paula Roncaglio, que não mencionei!! Sorry, Ana!

Corretivo

"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez uma crítica velada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista gravada ontem ao Programa do Jô, da Globo. "Você não deve mudar o seu jeitão quando chega ao poder. Pobre quando chega lá em cima acha que é outra coisa", teria afirmado FHC, de acordo com o jornal o O Globo. " http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI951548-EI306,00.html

A crítica foi ao Lula ou à qualquer cidadão brasileiro que não tenha a sorte e a folga do ex-presidente? Independente de partido , as pessoas, os políticos têm que tomar mais cuidado com o que dizem... Soomente quem nasceu em "berço esplêndido", que nunca foi pobre ou que esqueceu o próprio passado de exilado, poderia comentar um negócio desses...
Abaixo a bio dele:

"Sociólogo, nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 18 de junho de 1931. Após o golpe militar de 1964, exilou-se no Chile, integrando a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse período, lecionou no Chile, Argentina, México e França. Retornou ao Brasil em 1968, assumindo a cátedra de ciência política na USP até 1969, quando foi aposentado, compulsoriamente, por força do AI-5.
Nesse último ano, foi membro fundador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), passando a lecionar também em universidades americanas e européias. Publicou, entre outros trabalhos, Capitalismo e escravidão no Brasil meridional, sua tese de doutorado, e Dependência e desenvolvimento na América Latina, com o sociólogo chileno Enzo Faletto. Candidatou-se ao Senado em 1978 na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), como suplente de Franco Montoro. Em 1980, com o fim do bipartidarismo, foi um dos fundadores do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em 1983 assumiu a vaga de senador aberta com a candidatura de Franco Montoro ao governo do estado de São Paulo. Candidato à prefeitura de São Paulo nas eleições de 1985, foi derrotado por Jânio Quadros, do Partida Trabalhista Brasileiro (PTB). Reelegeu-se senador pelo estado de São Paulo em 1986, ainda na legenda do PMDB, e dois anos depois fundou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), ao lado de Franco Montoro e Mário Covas, entre outros, tornando-se líder da nova legenda no Senado (1988 - 1992). Foi ministro das Relações Exteriores (1992 - 1993) e ministro da Fazenda (1993 - 1994) durante o governo Itamar Franco. Candidato à presidência da República pela coligação PSDB / PFL / PTB, elegeu-se no primeiro turno eleitoral, em 3 de outubro de 1994, tendo obtido 54,3% dos votos válidos. Reelegeu-se presidente da República em 1998 pela coligação PSDB / PFL / PTB / PPB."
Faltou a memória de pobreza (e o cuidado com aqueles que são pobres) e o respeito ao próprio passado...

Seqüência 1

A festa estava ótima :) E as piadas também...







Seqüência 2

As mãos dançantes

Quando a gente já está cansado de dançar em pé...dança deitado :)




Boa festa, bons amigos !:)

Filmes

V de Vingança
Filmes baseado nos quadrinhos de Alan Moore

Leia matéria na íntegra + trailer

http://www.bravonline.com.br/impressa.php?edit=ci&numEd=104

- The Edukators - Os educadores , de Hans Weingartner
"A cena inicial mostra bem a proposta: casal rico chega com os filhos em sua abastada mansão e encontra os móveis todos fora de lugar, com o som dentro da geladeira e os soldadinhos que decoram a sala no vaso sanitário. Junto, um bilhete: “Seus dias de riqueza estão contados. Assinado: Os Educadores”. A partir daí conhecemos os três protagonistas, Ian (Daniel Brühl, ator de “Adeus, Lênin” que tem inclusive outro filme no Festival do Rio, “Pra que Serve o Amor Só em Pensamento?") Peter (Stipe Erceg) e sua namorada, Jule (Julia Jentsch). Inicialmente apenas Ian e Peter, aproveitando uma lista de membros do Iate Clube e o conhecimento de um deles sobre sistemas de alarmes, invadem as casas para trocar as coisas de lugar e deixar os bilhetes, “somente para assustar”. Nada é roubado. Logo após, Jule se junta a Ian nas investidas. Quando são confrontados com a necessidade de um seqüestro, os personagens acabam discutindo entre si e com o rico seqüestrado situações de vida, de destino, mudanças de comportamento por causa de dinheiro e que fim levou a rebeldia de outrora no mundo capitalista no qual o planeta se tornou. Durante esses papos-cabeça, forma-se lentamente um triângulo amoroso e os protagonistas se aproximam cada vez mais. O sentimento surge quando as ações dos educadores passam a ser também gradativamente criminais." http://www.cineminha.com.br/noticias.asp?ID=2187

Fotografia
- O fotógrafo inglês Nick Waplington é, praticamente, um antropólogo. Ele fotografa famílias que se recusam, ou não conseguem, viver segundo regras e normas sociais. Brilhante e engajado.

- Site com ótimos fotografos reunidos

http://www.art-dept.com/photo/


- Ótimo site!
Aulas em vídeo, fotos, dicas, equipamentos e muito mais... Em inglês
www.photo.net


Fotografia, cartoons, e tudo o mais...

http://www.deviantart.com/

Para os alunos de design e interessados

A galeria londrina V & A apresenta eposição modernista. São peças domésticas, móveis , carros, e roupas que reverenciam a crença do modernismo na tecnologia como conquista da humanidade.

www.vam.ac.uk


HQ

Companhia das Letras lança Persépolis, de Marjane Satrapi

Os quatro volumes já venderam mais de 250 mil exemplares na França.
Marjane Satrapi era apenas uma criança quando a revolução islâmica derrubou o xá do Irã, em 1979. Bisneta do antigo rei da Pérsia, ela cresceu em uma família de esquerda, moderna e ocidentalizada, e estudou numa escola francesa e laica.

Com a chegada dos extremistas ao poder, as meninas foram obrigadas a usar o véu na escola e a estudar em classes separadas dos meninos. Era só o início de uma série de mudanças profundas em sua vida - assim como na de todos em seu país. Apesar de narrar a tragédia que foi a implantação do regime xiita no Irã, não faltam à trama humor e sarcasmo para narrar os acontecimentos políticos de um ponto de vista único, que desfaz os lugares-comuns sobre o país e conta sua história antiga e recente.

Na aparente simplicidade da narrativa e dos desenhos, revelam-se as nuances de um complicado processo histórico, que até hoje tem seus desdobramentos.A ascensão dos radicais religiosos a princípio foi vista pelos progressistas iranianos como uma autêntica manifestação do povo, que estaria usando a religião como um mero pretexto para sair às ruas e derrubar um tirano. Não foi o que aconteceu: o regime xiita se radicalizou de maneira tão brutal que até mesmo Marjane, aos catorze anos, foi para o exílio na Áustria, pois a vida no país se tornara uma sucessão de carnificinas, sempre em nome de Deus e da justiça.

A convivência com a brutalidade leva Marjane a desenvolver uma consciência política rara em crianças: seu livro preferido, por exemplo, é uma história em quadrinhos chamada Materialismo Dialético, em que Descartes e Marx travam uma improvável disputa intelectual. Parte de sua revolta vem da constatação de que sua família, que tem empregada e um Cadillac, é privilegiada num país miserável.Persépolis foi lançado na França, em 2001, por uma pequena editora independente. Tornou-se um fenômeno de crítica e público.

No mesmo ano, o primeiro volume ganhou o importante prêmio do Festival de Angoulême, na França. A série teve os direitos de publicação vendidos para Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Alemanha, Inglaterra, Israel, Suécia, Finlândia, Noruega, Japão, Coréia do Sul, Hong Kong, Turquia e Estados Unidos.Marjane Satrapi nasceu em 1969, em Teerã. Mora em Paris desde 1994.Em tempo: Persepólis foi considerada a melhor história em quadrinhos de 2004 pela Feira do Livro de Frankfurt. O anúncio foi feito pelo júri, que elogiou, sobretudo, a qualidade literária da obra.A série toda é formada por quatro livros, sendo:Livro 1: A revolução islâmica vivida por uma menina de dez anos;Livro 2: Da guerra Irã Iraque ao exílio em Viena;Livro 3: A vida em Viena e o choque cultural;Livro 4: A volta ao Irã depois do exílio europeu.

Música

Novo Cd de Marisa Monte...

http://www.bravonline.com.br/impressa.php?edit=mu&numEd=104





Gostaria de parabenizar as alunas Regina, Nana, Luci e Greice pelo esforço que resultou numa matéria que interessou uma rede de tv nacional. Que sirva de exemplo para os demais estudantes: vocês podem colher os frutos do trabalho bem feito, do esforço, da dedicação...Mas para isso vocês precisam plantar antes. E as meninas plantaram...
Bjs para todos!

Mais uma cena para a gente pensar...e agir!




"Como Orson Welles fez o cinema mudar"
Com décadas de atraso, chega ao Brasil livro que inaugurou estudos sobre o cineasta
americano
POR ALEXANDRE AGABITI FERNANDEZ

ORSON WELLESAndré Bazin, Jorge Zahar Editor, 196 págs., R$ 29,50

A partir dos primeiros anos da década de 1950, uma certa crítica francesa, agrupada nas páginas à época amarelas da revista Cahiers du cinéma, começou a reabilitar o cinema americano, dando envergadura autoral a alguns de seus diretores. Cineastas em geral integrados às engrenagens do modo de produção hollywoodiano, ao cinema de divertimento - como Alfred Hitchcock, Haward Hawks, Douglas Sirk, Erich von Stroheim - foram legitimados culturalmente e tratados como criadores - em pé de igualdade com escritores e pintores. Louvava-se neles a capacidade de expressão de um universo pessoal, apesar das inúmeras restrições impostas pela indústria em praticamente todas as etapas da criação e da produção cinematográficas. Essa capacidade estava menos na temática do que na forma, na Mise-en-scène, aspecto pouco desenvolvido pela crítica da época, que começou a ser explorado. Em fevereiro de 1955 surgia a expressão "política dos autores", cavalo de batalha dos jovens críticos da revista, como Jean-Luc Godard, François Truffaut e Jacques Rivette, que não tardariam em rodar seus primeiros longas-metragens.
Ao lado de Jacques Doniol-Valcroze, André Bazin (1915-1958) fundara os Cahiers em 1951. Um ano antes havia publicado um livro sobre Orson Welles (1918-1985), obra considerada como antevisão da "política dos autores", apesar de Welles nunca ter sido um cineasta afeito aos rígidos padrões da produção industrial. Suas relações com Hollywood foram conturbadas desde sua estréia no cinema, com Cidadão Kane (1941), filme que marcou os cinéfilos franceses assim que foi lançado em Paris, em 1946. Bazin morreu logo depois de preparar a segunda edição da obra, acrescida de análises dos filmes rodados pelo diretor americano durante os anos 1950, além de duas longas entrevistas realizadas em 1958. É este livro pioneiro nos estudos wellesianos, enriquecido pelo longo prefácio escrito por Truffaut em 1978 para a edição americana, que o leitor brasileiro tem agora em mãos, com décadas de atraso.
Em 1950, Bazin saudou Welles como um dos mais inventivos diretores do pósguerra. Foi o primeiro a perceber que a modernidade de seu cinema residia no fato de colocar o espectador em um novo lugar, de convidá-lo a participar do processo de criação de sentido do filme. Bazin analisa minuciosamente o papel das técnicas empregadas pelo cineasta americano, como o uso da lente grande-angular, que oferece um campo visual maior, com mais profundidade de campo; os enquadramentos em câmera baixa; os cenários com teto; os longos planos-seqüência; a relação direta entre atores e cenário. A discussão desses procedimentos que dão corpo à Mise-enscène - muitos deles praticados no período do cinema mudo e colocados de lado com o advento do filme sonoro - deixa claro que "a técnica não é apenas uma outra maneira de pôr em cena, ela põe em causa a própria natureza da narrativa", intuição que mudou o modo de pensar o cinema.
O cineasta, em cena do filme Cidadão Kane, sua estréia no cinema
Às certezas da decupagem clássica, Welles opõe as dúvidas do plano-seqüência. Em nome da univocidade e da verossimilhança, a decupagem clássica decompõe o relato em uma série de planos capazes de conduzir a atenção do espectador para este ou aquele aspecto que se deseja realçar. O planoseqüência é uma linguagem sintética que mantém a continuidade espaço-temporal, preserva o trabalho do ator, recusa julgamentos e maniqueísmos, oferecendo o que o crítico francês chamou de "ambivalência ontológica da realidade". No plano-seqüência, o espectador é obrigado a usar sua liberdade e inteligência para deduzir relações implícitas (entre os personagens, destes com o cenário ou com o relato), participando assim da elaboração do sentido do filme. Na decupagem clássica essas relações nada têm de implícitas. São exibidas na tela "como peças de um motor desmontado" graças à multiplicação de planos - convenção que dirige a atenção do espectador e faz desaparecer contradições que poderiam "perturbar" o sentido que se procura afirmar, fundando um modelo de fruição cinematográfica bem pouco exigente. Essas concepções são magistralmente expostas nas análises da cena da tentativa de suicídio de Susan em Cidadão Kane e da cena da cozinha de Soberba (1942), que são o ponto alto do livro e se tornaram paradigmáticas.
A partir desse conjunto de idéias, Bazin analisou aspectos de outros expoentes do cinema moderno, como o neo-realismo italiano, filmes de Jean Renoir, Roberto Rossellini, Jacques Tati, Akira Kurosawa, Luis Buñuel. E sem dúvida alguma nutriu o cinema de Jean-Luc Godard, que não viveu para conhecer, talvez o que mais abertamente cultiva a dúvida e a multiplicidade de sentidos, o mais radicalmente moderno no sentido baziniano.
ANDRE BAZIN nasceu em Angers, na França, em 1918. Teórico e crítico de cinema, fundou o Cahiers do cinéma, em 1951, ao lado de Jacques Doniol-Valcroze e Lo Duca. Um dos pensadores da nouvelle vague, era amigo pessoal de cineastas como Godard, Truffaut, Bresson, Buñuel, Carné e Cocteau. Morreu em 1958."