Sexties - exposição
http://mais.uol.com.br/view/f4d5g8hwtbxo/mostra-sexties-exibe-quadrinhos-eroticos-dos-anos-60-04023260D4C93366?types=A&
http://guia.folha.com.br/exposicoes/
Site interativo do designer Paul Neave
http://www.neave.com/
http://www.designbrasil.org.br/portal/index.jhtml
Associação de Designers de Produto
http://www.adp.org.br/
"Brincadeira" legal
Home for global homes, wonderful lifestyles and fabulous interior design
http://www.normalroom.com/
Sapatos
http://www.christianlouboutin.com/
http://www.louboutin-fetish.com/accueil.html - exposição fotográfica com David Lynch
*Eu não vou recomendar a "releitura" dele para a cena de "Psicose", do Hitchcock, - que se encontra no site. Acho que ele deve continuar criando moda, como diretor, ele é ótimo designer e ponto.
As (os) querida (os) aluna (os) de Lab Cinema, datas, sites, textos...
ROTEIRO
Texto para o roteiro adaptado:
A auto-estrada do sul - Julio Cortázar - http://www.juliocortazar.com.ar/
Data: (mudei a data para dar mais tempo para vocês elaborarem) 06/11
O roteiro pode ser feito em grupos de quatro, ops... Quer dizer...O grupo pode ter até quatro pessoas :)
Link para roteiros
http://www.roteirodecinema.com.br/roteiros.htm
ROTEIROS ROTEIRISTAS MANUAIS LIVROS CURSOS SITES SOFTWARE LONGAS CURTAS TELEVISÃO DOCUMENTÁRIOS PUBLICIDADE ARGUMENTOS EDITADOS OUTROS
PROVA
09/10
Textos que poderão cair na prova:
O cinema ainda está na pré-história
Licença para gostar
Câmera implacável
Estética da Sensibilidade
A montagem propriamente dita
A sedução do relato
A sedução das estrelas
Estereótipos como inversão da sedução
A Índia é pop
Bem-vindo a Nollywood
O excêntrico mundo de Neil Jordan
Almodóvar reencontra Almodóvar
Troca de guarda no Olimpo
Desconstruindo o Samurai
Pesadelo Teen
Filmes
Trilogia Qatsi:
Koyaanisqatsi - Vida em desequilíbrio
Powaqqatsi - Vida em Transformação
Naqoyqatsi - Vida como Guerra
O leitor
Baraka
Orwell Rolls in his Grave
Coconut Revolution
A Vida secreta das Abelhas
Gia
O Efeito da Fúria
Nossa Senhora dos Assassinos
Violino Vermelho
Milk
Anticristo
Velvet Goldmine
Quatro minutos
Dúvida
A Vida secreta das Palavras
O divã
Ponto de Mutação
Imagine eu e você
Phoebe no Pais das Maravilhas
Queime depois de ler
O garoto de pijama listrado
Sob Controle
Mulheres: sexo forte
XXY
Atomic Cafe
Radio Bikini
Corações e Mentes
Thelma e Louise
Man on Wire
A guerra contra a democracia
A jihad for love
Na natureza selvagem
21 gramas
Filmes Ruins, Árabes Malvados: Como Hollywood Vilificou um Povo
Manderlay
Kalifornia
A morte do presidente Bush
A guitarra
A onda
O aborto dos outros
Babel
Abraços Partidos
Sicko
Jogo de Cena
Edifício Master
O pagador de promessas
O outro lado de Hollywood
Janela da Alma
Rompendo o silêncio
A festa de aniversário
Fuck: a documentary
O dia da sobrevivência
1984
*Vocês já sabem o critério. Nem todos são alternativos, mas todos possuem algo que foge, de alguma forma - seja o tema, o roteiro, a montagem, ... - a norma hollywoodiana.
Site sobre cinema nacional
http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=2949
http://www.dc.mre.gov.br/cinema-e-tv/historia-do-cinema-brasileiro
http://www.cinemabrasil.org.br/site02/index.html
http://www.dc.mre.gov.br/cinema-e-tv/historia-do-cinema-brasileiro
http://canalbrasil.globo.com/
http://www.mulheresdocinemabrasileiro.com/salabettyfaria.htm
Filmes para a realização do trabalho, "leitura cinematográfica", solicitado para semana que vem.
Abaixo títulos que possuem grandiosidade ou simplesmente certa "alternatividade" em algum momento, seja no roteiro, na direção, na montagem...
Por favor, caso vocês tenham interesse por algum dos títulos, antes de ir a locadora, verifiquem se a sinopse os agrada...No entanto, não deixem de experimentar!
Filme(s) - Diretor ou roteirista
Laranja Mecânica - Stanley Kubrick
Elefante - Gus Van Sant
Banquete de casamento - ang lee
As Horas -Stephen Daldry
Pecados Íntimos - Todd Field
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças; Quero ser John Malkovich - Roteiro Charles Kauffman
Amen - Costa-Gravas
Sétimo Selo - Ingmar Bergman
O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante - Peter Greenway
Dogville - Lars von Trier
Corra, Lola, Corra - Tomm Tikwer
A Pele - Steven Shainberg
Nascidos para Matar - Oliver Stone
OldBoy - Chan-Wook Park
Imagine eu e você - Ol Parker
Um Estranho no Ninho - Milos Forman
Delicatessenn; Fabuloso Destino de Amelie Poulan - Jean-Pierre Jeunet
O Casamento de Muriel - P.J.Hogan
A excêntrica Família de Antônia - Marleen Gorris
Encontros e Desencontros - Sophia Coppola
Lua de Fel - Roman Polanski
Casa de Areia e Névoa - Vadim Perelman
O Operário - Brad Anderson
O anti-herói americano - Shari Springer
E La Nave Va - Fellini
Volver; Tudo sobre minha Mãe; A Lei do Desenho; De Salto Alto; ... - Pedro Almodóvar
Adeus, Lênin - wolfgang becker
21 gramas - Alejandro González Iñárritu
Larouva Arcaica - Luiz Fernando Carvalho
Amarelo Manga - Cláudio Assis
Quando a Noite Cai - Patricia Rozema
Madame Satã - Karim Aïnouz
A vida de Brian; Em Busca do Cálice Sagrado; Monty Python e o Sentido da Vida; ... - Monty Python
Acho que já é suficiente. Bom filme! :)
Aqui, a quem interessar possa - meus queridos alunos de audiovisual e cinema desse semestre e muitos de meus ex-acadêmicos de tantos outros semestres - o endereço de minha conta no youtube. Lá: trailers, clássicos imperdíveis, programas de TV, pocket movies, cenas antológicas...
http://www.youtube.com/user/verboiconico
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O FilmE
http://www.youtube.com/watch?v=6wyj1V-aKVc
"Ensaio sobre a Cegueira", de Fernando Meirelles, adaptação do livro de José Saramago é muito mais que uma crônica pessimista sobre a sociedade contemporânea, num mundo de colapsos iminenentes. É um espetáculo, uma aula de cinema.E da melhor qualidade.
A obra trata de uma inédita, repentina, inexplicável e incurável praga, a cegueira branca - as pessoas atingidas apenas passam a ver uma superfície leitosa - que abate uma cidade qualquer, uma nação, o planeta. Á medida que os afetados são colocados em quarentena e"esquecidos" por um estado despreparado, as pessoas passam a lutar pelas necessidade mais básicas de sobrevivência, expondo as pulsões mais primárias e uma crueldade assustadora. O filme ilustra o desmoronar completo da sociedade que, por causa da cegueira, perde tudo aquilo que considera civilizado, racional e comedido, tal como acontece, de certa forma, em "A Peste", de Albert Camus.
Embora a obra seja um drama que ambienta imagéticamente de forma soberba todo o caos e o colapso urbano, uma alegoria sobre os caminhos que a sociedade contemporânea vem trilhando, este é um filme, ainda, de gentilezas, de afeto e compaixão - que insinua que apenas ao perder a capacidade de pré-julgar é que os ser humano pode,realmente, ser capaz de ver. É uma ode sobre a nossa inaptidão de entender que dependemos, profundamente uns dos outros como mostra tão singelamente a cena de profundo abandono dos repentinamente cegos, obrigados a confiar - inteira e absolutamente - nos estranhos que caminham nas ruas, nos outros, naqueles que ainda há pouco eram o "inferno", mas que agora são a única possibilidade.
A obra de Saramago e de Meirelles é inesquecível porque traz na reflexão o fato de que olhos saudáveis não nos livram da cegueira: a que vê etnia, orientação sexual, cor da pele, idade, sexo, grau de instrução ou ascensão social, diferenças suficientes, para muitos, semearem a intorlerância, mas que de nada servem em um momento de caos.
POr fim, uma última informação. Saramago, Nobel de literatura, durante anos, se negou a vender os direitos do filme, pois para ele a trama seria “infilmável”. Aqui a reação dele ao ver a obra de Fernando Meirelles pela primeira vez:
http://www.youtube.com/watch?v=6wyj1V-aKVc
Percepções de apoio à leitura da obra
- Observem a fotografia: meticulosa, detalhista, atenciosa. Na superexposição do filme, nas poucas variações de tom - todas dessaturadas. A jornada pelas inquietantes composições fotográficas assimétricas, na fragmentação de imagens refletidas em espelhos e vidros. Na câmera oscilante, no foco incerto. Como uma fotografia pode ser tão sensível, sutil, doce e tão brutal?
- Ótimo elenco, liderado por Julianne Moore (a Mulher do Médico) e Mark Ruffalo (o Médico). Atores afinados na tentativa de humanizar personagens, nos advertindo que ali - lá - não havia monstros, apenas pessoas e limites. Além disso, os personagens não têm nome, sendo identificados apenas por profissões (o Médico, o Contador), por relações de parentesco (a Mulher do Médico) ou por características estéticas (o Estrábico). Ou seja: mais ou menos como, comumente, as pessoas costumam definir uns aos outros.
-Como as cenas de multidão cega lembram filmes de mortos-vivos, outra alegoria sobre a sociedade contemporânea.
- Em como o diretor ilustra, sutilmente, com apoio da narrativa, mas principalmente da fotografia, que a supressão do sentido da visão faz a humanidade exigir dos outros sentidos.
- Como a trilha sonora causa desconforto profundo. É ótima ao acompanhar o desespero de ambos, a luta pela sobrevivência, como, por exemplo, na cena do supermercado.
- A beleza do momento da chuva: a metáfora. Belo...belo... E o impacto do retorno: a imensidão de espaços vazios - São Paulo e Montividéu - e a sensação de tudo por fazer.
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Imagens para se refletir na semana do Dia Internacional da Mulher.
Eu acredito e sempre acreditei que frases como
"O principe pediu Cinderella em casamento.";
"Quando ela viu o principe se apaixonou por ele...";
"E ela montou no cavalo branco do príncipe..."
"...E viveram felizes para sempre..." ;
estão entre as mais funestas da literatura porque:
a) dizem que a felicidade das mulheres esta "no outro", no parceiro (a), em pertencer, e não em ser;
b) A mulher não age. Alguém age por ela;
c) Prometem eternidade quando é vã a maturidade;
d) Fazem da mulher algo frágil, débil, e cá para nós, latinas, insosso
e) Também não são justas com o tal príncipe...mas não estou muito interessadas nas questões da "masculinidade". (me desculpem aqueles e aquelas que estudam as "masculinidades", mas são as mulheres que continuam apanhando por, basicamente, possuir uma cratera, um canyon, onde deveria haver a auto-estima...)
Sempre acreditei que, na verdade, éramos todos envenenados pelos contos de fada, como disse, Anaïs Nin.
E Hollywood também não fez diferente. Como sempre digo em aula: "os filmes hollywoodianos terminam onde realmente começa a vida, o embaraço..."
No entanto, sempre me choca como as mulheres contemporâneas ainda não se desvencilharam dessas questões e de como é fácil, não importa o nível de ascenção social, a cor, a etnia, a orientação sexual... Como é fácil ver a mulher dando a própria dignidade de presente para quem não consegue, e não me importa se é doença ou não, dar o que é mínimo, respeito, mas sim tapa e bofetão? Como é fácil ver mulheres buscando amor, onde somente há uma relação de poder.

E como a imagem da cantora Rihanna espancada pelo namorado - e novamente ao lado dele depois de "reatar" a agonia - me fala disso tudo, uma vez mais...
Absurdo da semana do dia internacional da mulher
"Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente.A imprensa italiana publicou, nesta sexta, reportagens afirmando que o Vaticano apóia a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar os envolvidos na interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos."
Sem comentários porque as palavras que possue, guardadas para essa gente, somente fariam aumentar meu karma, além de me trazer péssima energia...
* Não coloquei direto os clips do youtube porque o site não está deixando.Sei lá o que deu nele...
Aos meus familiares, amigos, ex-alunos e colegas, desejo em 2009:
Lembre-se: "You can dance, you can jive, having the time of your life"
Tradução absolutamente livre: Você pode dançar, "swingar", e se divertir muito!
Dancing queen - Mama Mia! The Musical - Meryl Streep, Pierce Brosman...
Muito antes delas:
... Leila Diniz.
A niteroiense Leila Diniz subverteu o quanto pôde. Sem nunca ter lido uma cartilha feminista, mas já sendo, exibiu um estilo de vida que pregava a liberdade. Foi uma precursora nata do movimento. ”Você pode amar uma pessoa e ir para a cama com outra. Isso já aconteceu comigo”, dizia com toda a autoridade.
A dona do ensinamento morreu em 1972, com 27 anos. Quando as brasileiras ensaiavam a entrada maciça no mercado de trabalho, Leila já defendia seu sustento – primeiro como garota de teatro de rebolado, depois como atriz de televisão e cinema. Em pleno regime militar, quando se mediam palavras e gestos, ela buscava brechas no cotidiano para desafiar o autoritarismo. Era uma ativista desgarrada de palavras de ordem e de organizações clandestinas.
Foi convidada, em 1969, a dar uma entrevista para O Pasquim, tablóide que fazia da irreverência uma trincheira. Leila disse tantos palavrões ao longo da conversa (substituídos ironicamente por asteriscos nas páginas do jornal) que o então ministro da Justiça, Alfredo Buzaid, meses depois, determinou que houvesse censura prévia aos meios de comunicação, em nome da moral e dos bons costumes. A medida entrou para a história como “decreto Leila Diniz”.
A atriz ficou na mira dos generais, teve inúmeros contratos de trabalho cancelados, mas não perdeu a pose: casou-se e, no auge da gravidez, ostentou o barrigão nas areias de Ipanema, causando calafrios nos moralistas. Isso, num tempo em que a esmagadora maioria do clero brasileiro pregava o ato sexual de marido e mulher com o fim exclusivo de procriação. Para Leila, sexo era sinônimo de revolução. http://epoca.globo.com/edic/20020304/especial1a.htm
Jornalismo Literário

Primeiro título da Cosac Naify na seara da reportagem, conduz seus leitores a uma viagem singular ao interior da maior rodoviária da América do Sul, o Terminal do Tietê, em São Paulo.
Os recursos narrativos usados ao longo deste pequeno volume (amarelo) são os mais diversos possíveis: da reportagem clássica, com farto apoio de documentação histórica sobre a criação da rodoviária, até o nonsense , que se evidencia, por exemplo, no capítulo em que a autora apresenta um "gerador automático de reportagens".
O livro amarelo do Terminal, projeto iniciado há cinco anos é um olhar arguto que a escritora faz com que ela enxergue em meio ao tumulto do Tietê. Personagens como o sr. Creso, que passa todos os dias na rodoviária pontualmente às 19h para cumprimentar os funcionários, o vendedor de malas Hugo, "o Mala", um bebê que dança pelo saguão do terminal com uma bolacha de maisena na mão e uma infinidade de freiras e de surfistas. Ao longo d' O livro amarelo Barbara nos apresenta ainda aos dedicados busólogos, grupo de aficionados por tudo o que diga respeito aos ônibus, e faz um rasante pelo universo burocrático-místico da empresa que controla a rodoviária, a Socicam , ao tentar conseguir alguns dados técnicos sobre o terminal.
Ao mesmo tempo que se preocupa com o macro, a autora deixa claro o seu interesse pelas histórias anônimas. Em um dos capítulos traz uma "história oral do Tietê", feita a partir de fragmentos de conversas colhidas ao acaso. Noutros capítulos reproduz os recados do locutor Marcos, "A voz mais sedutora do Oeste", a voz da velhinha que pára no balcão de informações e pergunta "Moça, onde é que eu faço inscrição para ir pro Iraque" e registra trechos dos hits musicais do Tietê.
Essa mesma polifonia da rodoviária está transposta no projeto gráfico elaborado pela diretora de arte da Cosac Naify Elaine Ramos e por Maria Carolina Sampaio. Por serem de gramatura mais fina, as páginas (amarelas) do livro permitem uma transparência maior. A sobreposição parcial das letras emula a bagunça estética do Tietê. Para os três capítulos de cunho mais histórico optou-se por um papel semelhante ao carbono, material muito utilizado na confecção de bilhetes de ônibus.
Toda essa aparente anarquia acaba perfazendo um retrato nítido de um espaço importante da cidade de São Paulo. Assim, ao voltar à rodoviária em abril deste ano para escrever o capítulo de conclusão do trabalho, iniciado em 2003, ela conclui que alguns elementos da rodoviária mudaram, que alguns de seus personagens saíram de cena, mas que o terminal continua funcionando como uma "versão condensada do mundo", como apontou na orelha do livro o jornalista e documentarista João Moreira Salles."http://www.cosacnaify.com.br/noticias/flip2008/olivroamarelo.asp
Emily Dickinson
Vida contemporânea
Porque é sempre boa em algum momento
http://www.revistapiaui.com.br/artigo.aspx?id=343&anteriores=1&anterior=102006
Vicky Cristina Barcelona

Mais por Penelope Cruz e Javier Barden do que por Woody Allen.
http://br.youtube.com/watch?v=IcxA7TFUiXk
O Silêncio de Lorna
"Uma imigrante albanesa, Lorna, se casa com o drogado Claudy. Para ela, o casamento de aparência traria a cidadania belga e para ele, dinheiro para sustentar o vício. Mas os dois acabam se envolvendo emocionalmente e, assim, podem estragar os planos do "agenciador" do casamento, que espera que ele morra de overdose para Lorna casar novamente, desta vez com um russo, também trocando a cidadania por dinheiro."http://www.cenasdecinema.com/2008/11/o-silncio-de-lorna.html
http://www.youtube.com/watch?v=sG8COh94UCc&feature=PlayList&p=FFCB92479B3F41BA&index=0&playnext=1
A bailarina de vermelho

Anticlássico - Uma Desconferência e o Enigma Vazio"- O espetáculo tem como objetivo pensar o cânone contemporâneo a partir de uma provocação: a oposição clássico x contemporâneo. Uma bailarina de vermelho saída de um quadro de Dégas se torna acadêmica no Brasil, bebe Campari e profere uma desconferência sobre o enigma vazio (metáfora da contemporaneidade). Diz-se amiga íntima da Monalisa e mescla Benjamim, Foucault, Derrida, Kristeva, satirizando a linguagem acadêmica. Diz ter sido namorada de celebridades modernistas como Diaghilev, Nijinsky, Picasso, Kandinsky, ídolos pop como Elvis Presley, Charles Aznavour e ícones contemporâneos como o compositor pós-moderno John Cage. Atualmente, ela vive um affair com um jovem- punk- concertista- que toca- sonatas- de - Chopin, alé de servir a prima-dona, num misto de bad-pet-boy e mordomo-sado-maso.
Através do jogo de contrastes, a peça tem a pretensão de fazer rir e pensar. O punk e a bailarina. Racionalismo e fisicalidade. A cultura milenar européia e o tropicalismo "terceiromundista" brasileiro. Louvre e MASP. Praça Tiradentes e São Petersburgo. Alta cultura e cultura de massa. O sério e o satírico. O pop e o sofisticado. Hamlet e Sid Vicious. Moderno e pós-moderno. Clássico e contemporâneo."
http://abailarinadevermelho.blogspot.com/
http://br.youtube.com/watch?v=7kLa1NPB4jU
http://br.youtube.com/watch?v=WYwAjc3G7IQ&feature=related
KIM JOON é um artista coreano que nasceu em 1966 e há tempos faz experiências estéticas com corpos e pelo site dele percebe-se a evolução do trabalho. Kim estudou tatuagem com enfoque em psicoanálise, antropologia e sociologia. Ele mescla foto, 3D e digital painting e preenche bem o canvas da tela com curvas e corpos enrroscados, chegando nesse resultado bem interessante e brincando com as proporções reais.
http://www.kimjoon.co.kr/


Jun Nakao
Quando criança desmontava objetos eletrônicos para ver como funcionavam. Nada mais natural do que fazer engenharia eletrÔnica, o que chegou a cursar, mas não terminar. No meio do caminho a MODA e a ARTE atropelaram o paulista.
Fortemente influenciado pela tecnologia, pela estética japonesa e pelos filmes de animação, seus desfiles já se tornaram um acontecimento cercado de grande expectativa. Performático, o estilista gosta de causar impacto, mas sempre com grande encantamento da platéia.
http://www.jumnakao.com.br/

http://www.princeton.edu/artofscience/gallery2006/
http://ziza.ru/2008/11/14/velikolepnye_momenty_iz_mira_zhivotnykh_60_foto.html
http://www.pierrebeteille.com/galerie.htm
Design
http://www.toxel.com/inspiration/2008/11/25/creative-and-unusual-bike-designs/
http://www.stellamccartney.com/
http://www.balenciaga.com/#Id=/Home
http://dzaine.blogspot.com/
http://experimentedesign.blogspot.com/
Revista
http://www.exoticopop.com/
Música
http://www.roxwel.com/player/csscanseidesersexyalcohol.html?mediatype=wmv&bitrate=_300
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=14633975
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=39691208
Alguns alunos mandaram depoimentos no orkut, perguntando minha opinião sobre a matéria do Fantástico e o tal "pai-professor-pedagogo" que quer proibir o kit para educação sexual em aula. Primeiro,é bom dizer que o kit inclui pílula do dia seguinte, camisinhas masculina e feminina, diafragma, DIU e o famigerado "pênis de borracha".Estamos longe de um acesso universal aos tratamentos porque uma maioria de pessoas contaminadas, essencialmente na África, não têm acesso a eles. No mundo, quando uma pessoa entra em tratamento, três são contaminadas. Houve na França, em 2007, 5.200 novas infecções, milhares de pessoas que ignoram que elas são infectadas, segundo os organizadores.
Por ocasião do Dia Mundial, a associação Aides instalará um grande painel na Praça Opéra de Paris para mostrar a defasagem entre tratamento e novas contaminações. "Não podemos deixar a Aids passar na nossa frente", declarou a Aides.
A esperança de encontrar uma vacina foi ano passado reduzida a zero após um fracasso total dps testes clínicos realizados pelo laboratório farmacêutico Merck.Este fracasso coincidiu com os protestos contra o estatuto de "excepcional" conferido à Aids, que dispõe de uma agência especializada (Onusida), pedindo concentração na prevenção." http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3363873-EI715,00.html
"Nossa cama chama.
Nossa cama, chama.
Nossa cama: chama.
Nossa cama chama...
Nossa cama-chama." V.P
"Enquanto o desejo abraça teus olhos,
Posseiro de tuas vontades, 
Pertenço-te no desejo atrevido e úmido
Que te instiga a imaginação e dilui a razão...
Sei-me tua nos beijos que me ofertas,
Nos sussuros que tua boca profere.
Pertenço-te no anseio que tão bem atas,
Pertenço-te no espalmar de tuas ânsias,
Pertenço-te no entrelaçar dos teus dedos tensos,
Pertenço-te...porque sempre fui tua, antes mesmo de te amar... " S.O.A
Ele viajou e morou
no mundo: Sicília, Kansas, Roma, Tanger, Ischia, Haiti, Espanha, Grécia, Londres, Califórnia, Suíça, Hong Kong porque achava devastadora a idéia de morar em um único lugar. Nasceu e viveu a infância e adolescência no interior –do-interior mais pobre e intolerante dos Estados Unidos,em New Orleans, Alabama, Connecticut. Amava New York e o Brooklyn incondicionalmente.
Como jornalista e escritor se dizia confiável,mas na vida privada, os mais íntimos diziam que tinha tendência ao exagero, e eles, os amigos, não poderiam ser estúpidos e desatenciosos, como ele não o era. Leitura e sexo, cinema, trabalho, carros velozes e dirigir sem destino eram os passatempos prediletos. Fracasso? "O fracasso é o condimento que dá sabor ao sucesso.”
Conseguiria sobreviver à pobreza ou a riqueza, mas nunca ao meio-termo: “o som do cortador de grama e do irrigador de aspersão no jardim de uma casa térrea com dois carros na garagem em Scarsdale ou Shaker Heights. Dinheiro não tem a mínima importância desde que tenhamos muito. Bem,nunca disse que não era esnobe. Só que não tinha medo da pobreza.” “A palavra mais auspiciosa e perigosa em qualquer idioma? Amor.” Gostaria de ser invisível quando bem desejasse. “Possibilidades? Poder, riqueza e diversão erótica constante.” A maior virtude: gratidão.

Se não fosse jornalista e escritor, seria advogado,embora soubesse que a voz, aguda e afetada não o fosse ajudar. Se escolhesse a carreira de hostess ou produtor de eventos, teria maior sucesso, já que em 1966, realizou o evento que ficou conhecido como a festa do século, a “Black and White Ball” no New York City Plaza Hotel.
Não tinha vícios,pois vício era uma palavra que não exista no vocabulário dele, embora fosse um viciado assumido em álcool e barbititúricos, que comprometeram o funcionamento do fígado e o levaram a morte em 1984.
Deve ter achado a piada divina de péssimo gosto: morreu na Califórnia, estado americano que mais desprezava e que era o mote de uma de suas frases mais conhecidas: “É um fato científico que, se você fica na Califórnia , você perde um ponto de QI por ano”, no entanto, como ele mesmo evidenciou: “A vida é uma peça de teatro moderadamente boa, com um terceiro ato muito mal escrito.”
Mais que um simples contemporâneo, ele circulou nos meios mais restritos, conviveu com as celebridades mais seculares e essenciais e as passageiras e desimportantes,a quem retratou e ajudou a imortalizar. Detalhou de forma ímpar figuras díspares, únicas, tão
diferentes ou iguais quanto qualquer mero mortal: Marilyn Monroe, Mae West, Marlon Brando, Ezra Pound, Jean Cocteau, André Gide, Cecil Beaton, Humphrey Bogart, os Keneddy.E também Graziella, a empregada siciliana; o Sr. Fioli, o vizinho italiano; Lola, o corvo de estimação, o "hougan" haitiano...
Observou claramente as mudanças pelas quais a sociedade passava e traduziu, seja através das memórias da vida no Brooklyn, do olhar atento sobre a insensibilidade humana e do incômodo de suas frases, a vida e os artifícios de quem vive. E fez isso de maneira tão espetacular que o mundo é incapaz de esquecê-lo.
Filho único, de pais divorciados, adotou o sobrenome do padrasto, um cubano que entendeu o desejo do jovem e o matriculou nas melhores escolas de Nova York. No entanto, o rapaz repetiu a maioria das matérias, razão pela qual, alguns professores disseram que tinha alguma forma de retardamento mental. Quando a mãe decidiu levá-lo ao psiquiatra, o especialista afirmou categoricamente que o adolescente era um gênio.
Leitor ávido e sem preconceito, conquistou a fama e a glória com um texto impecável. Dono de uma alma indolente e indômita de um talento nato onde não cabia a falsa modéstia, antropólogo por natureza, etnólogo por opção, profissional esforçado, controverso, escandaloso, polêmico, criativo, afiado, sensível, corajoso, esnobe, definitivo, inimitável: Truman Capote.
Porque é essencial.Uma aula de Jornalismo com Truman:
“Tudo que consta aqui é factual, o que não significa que seja a verdade, embora dela se aproxime o quanto pude conseguir. De todo modo, o jornalismo nunca pode ser totalmente puro - e nem a câmera, pois afinal a arte não é água destilada: impressões pessoais, preconceitos e a seletividade subjetiva comprometem a pureza da verdade cristalina.” p.10
“O perfil de Marlon Brando, todavia, me interessa por motivos literários; na verdade, foi por isso que o fiz - pelo i desafio e para enfatizar um argumento literário. Minha alegação era que a reportagem poderia ser uma forma de arte tão elaborada e excitante quanto qualquer outra modalidade da prosa - ensaio, conto, novela - uma teoria que poucos defendiam em 1956, ano em que o texto foi impresso, em oposição a hoje, quando sua aceitação tornou-se até algo exagerada. Meu raciocínio: qual é degrau mais baixo da atividade jornalística, a matéria mais difícil de transformar, passando de completo equívoco a obra de arte? A "entrevista" com estrela de cinema, tipo Silver Screen: certamente, nada poderia ser mais difícil de melhorar do que isso!
Após selecionar Brando como espécime para meu experimento, conferi o equipamento (o principal ingrediente é o talento para registrar mentalmente longas conversas, uma habilidade que desenvolvi com muito esforço durante a pesquisa para escrever As musas são ouvidas, pois acredito piamente que tomar notas - e principalmente o uso de um gravador - gera interferências e distorce ou destrói qualquer naturalidade que possa existir entre o observador e o observado, entre o nervoso beija- flor e seu predador potencial). Tive 'de recordar muita coisa, nas longas horas que Brando passou resmungando e divagando, e dediquei a manhã do dia seguinte à "entrevista" a redigir o texto inteiro. Trabalhei um mês, porém, para chegar ao resultado final. O que aprendi com isso foi principalmente a controlar a "estática" da escrita, revelando a personalidade e mantendo o clima sem ajuda de uma linha narrativa - para um escritor, isso equivale à corda e à picareta para um alpinista.
Em Os cães ladram... dois textos revelam de modo especial a diferença entre narrativa e escrita "estática". Um passeio pela Espanha foi uma brincadeira; embalado por seu caráter anedótico, o texto escorregou pela ponta de um lápis Black Wing em questão de horas. Mas algo no estilo de Uma casa no alto, na qual toda a ação depende do próprio texto, o que importa é o modo como a sentença surge, ecoa, vibra e morre; uma obra assim pode ser um inferno, por isso lhe dedico mais afeição do que a Um passeio pela Espanha, mesmo sabendo que esta última é melhor, ou pelo menos mais eficaz." p 11 e 12
Descrições de Truman:
“Meu interesse pela srta. Y é praticamente clínico, e não sou, confesso constrangido, o amigo que ela crê, pois ninguém consegue se aproximar da srta. Y.: ela parece ter saído de um conto de fadas, alguém real, mas improvável. Ela é como o piano da sala de estar - elegante, mas meio desafinado. A casa, velha mesmo para New Orleans, é protegida por uma grade de ferro enferrujada; mora num bairro pobre, cheio de avisos de quartos para alugar, postos de gasolina, cafés com vitrola automática. Contudo, na época em que a família se mudou para lá - claro, faz muito tempo - não havia morada mais chique em New Orleans. A casa, sufocada por árvores inclinadas, era cinzenta por fora; lá dentro, porém, a fantasia herdada pela srta. Y. está visível por toda parte: as batidas da bengala, quando ela desce a escada monumental, fazem tremer os cristais; seu rosto, um coração em seda enrugada, reflete-se esfumaçado nos espelhos do teto; ela se abaixa (noto, quando isso ocorre, o cuidado com que preserva os ossos frágeis) para sentar na poltrona do pai do pai do pai dela, um artefato perversamente sóbrio com cabeças de leão esculpidas nos braços. Ela é linda ali, na penumbra fresca da casa, e está segura. Tem as paredes, a cerca, a mobília de sua infância. "Algumas pessoas nascem para envelhecer; eu, por exemplo, fui uma criança terrível, não exibia nenhuma qualidade. Mas gosto de ser velha. Faz com que eu me sinta mais..." ela fez uma pausa para abranger a sala com um gesto, "mais adequada".A srta. Y. não acredita no mundo que há para lá de New Orleans. Por vezes o isolamento provoca comentários ácidos, como hoje. Eu havia mencionado uma viagem a Nova York, e ela ergueu uma sobrancelha para perguntar, gentil: "É mesmo? E como vão as coisas lá no interior?" p. 30/31
“Menos badalados, mas para mim mais intrigantes, são Lady Warbanks e os dois acompanhantes, um trio curioso que chega todas as manhãs e toma café numa mesinha na calçada: o cardápio não muda uma tigela de polvo frito e uma garrafa de Pemod. Alguém que supostamente sabe de tudo afirmou que antigamente a hoje déclassé Lady Warbanks foi considerada a mulher mais bonita de Londres; provavelmente é verdade, seus traços finos e o porte altivo peculiar o confirmam, apesar dos conjuntos de marinheiro justos com que se veste. Mas sua conduta não é exemplar, e o mesmo pode ser dito dos acompanhantes. Sobre a dupla: um tem rosto insolente, é um jovem agitado cuja língua parece uma concha a remexer o caldeirão do escândalo sabe de tudo; a outra amiga é uma moça espanhola de cabelo curto liso e olhos cor de couro. Chama-se Sunny, e eu soube que ela, financiada por Lady Warbanks, está a ponto de se tomar a única mulher no Marrocos a comandar uma quadrilha de contrabandistas: o contrabando organizado é uma prática importante aqui, emprega centenas de pessoas, e Sunny, ao que tudo indica, possui um barco com tripulação que percorre o estreito de noite, até a Espanha. A natureza exata do relacionamento entre os três não pode ser totalmente divulgada; basta dizer que juntos eles abrangem todos os desvios conhecidos."
Percepções de Truman:
“Só o sucesso, e mesmo assim apenas no auge, pode trazer alívio. Mas, para artistas sem uma arte, é sempre tensão sem alívio, irritação sem a pérola resultante. Talvez ela surgisse, não fosse a pressão pelo sucesso tão intensa. Eles.se sentem compelidos a provar algo, pois a classe média norte-americana, da qual a maioria provém, reserva palavras cruéis para seus homens sensíveis, para os jovens inteligentes ousados, que não provam imediatamente que seus dons rendem dinheiro vivo. Mas, quando uma civilização acaba, é dinheiro que os sucessores procuram nas ruínas? Ou é uma estátua, um poema, uma peça?" p. 37
Essencial para quem quer aprender a escrever. No entanto,quem acredita que o “fazer-jornalístico” se restringe à três ou quatro parágrafos,com um “lead” simétrico, cinzento e sem graça, seja em mídia impressa ou digital, TV ou rádio, pode optar por não ler. Mas para estes a melhor idéia seria mudar de curso.

























