Brinquedos para quem gosta de música e para quem faz mais que gostar:
dois CDJ´s Pioneer 200. No meio um mixer, Pioneer DJM 400. O resto é prática, muita vontade e prazer.




"Nossa cama chama.
Nossa cama, chama.
Nossa cama: chama.
Nossa cama chama...
Nossa cama-chama." V.P
"Enquanto o desejo abraça teus olhos,
Posseiro de tuas vontades, 
Pertenço-te no desejo atrevido e úmido
Que te instiga a imaginação e dilui a razão...
Sei-me tua nos beijos que me ofertas,
Nos sussuros que tua boca profere.
Pertenço-te no anseio que tão bem atas,
Pertenço-te no espalmar de tuas ânsias,
Pertenço-te no entrelaçar dos teus dedos tensos,
Pertenço-te...porque sempre fui tua, antes mesmo de te amar... " S.O.A
Ele viajou e morou
no mundo: Sicília, Kansas, Roma, Tanger, Ischia, Haiti, Espanha, Grécia, Londres, Califórnia, Suíça, Hong Kong porque achava devastadora a idéia de morar em um único lugar. Nasceu e viveu a infância e adolescência no interior –do-interior mais pobre e intolerante dos Estados Unidos,em New Orleans, Alabama, Connecticut. Amava New York e o Brooklyn incondicionalmente.
Como jornalista e escritor se dizia confiável,mas na vida privada, os mais íntimos diziam que tinha tendência ao exagero, e eles, os amigos, não poderiam ser estúpidos e desatenciosos, como ele não o era. Leitura e sexo, cinema, trabalho, carros velozes e dirigir sem destino eram os passatempos prediletos. Fracasso? "O fracasso é o condimento que dá sabor ao sucesso.”
Conseguiria sobreviver à pobreza ou a riqueza, mas nunca ao meio-termo: “o som do cortador de grama e do irrigador de aspersão no jardim de uma casa térrea com dois carros na garagem em Scarsdale ou Shaker Heights. Dinheiro não tem a mínima importância desde que tenhamos muito. Bem,nunca disse que não era esnobe. Só que não tinha medo da pobreza.” “A palavra mais auspiciosa e perigosa em qualquer idioma? Amor.” Gostaria de ser invisível quando bem desejasse. “Possibilidades? Poder, riqueza e diversão erótica constante.” A maior virtude: gratidão.

Se não fosse jornalista e escritor, seria advogado,embora soubesse que a voz, aguda e afetada não o fosse ajudar. Se escolhesse a carreira de hostess ou produtor de eventos, teria maior sucesso, já que em 1966, realizou o evento que ficou conhecido como a festa do século, a “Black and White Ball” no New York City Plaza Hotel.
Não tinha vícios,pois vício era uma palavra que não exista no vocabulário dele, embora fosse um viciado assumido em álcool e barbititúricos, que comprometeram o funcionamento do fígado e o levaram a morte em 1984.
Deve ter achado a piada divina de péssimo gosto: morreu na Califórnia, estado americano que mais desprezava e que era o mote de uma de suas frases mais conhecidas: “É um fato científico que, se você fica na Califórnia , você perde um ponto de QI por ano”, no entanto, como ele mesmo evidenciou: “A vida é uma peça de teatro moderadamente boa, com um terceiro ato muito mal escrito.”
Mais que um simples contemporâneo, ele circulou nos meios mais restritos, conviveu com as celebridades mais seculares e essenciais e as passageiras e desimportantes,a quem retratou e ajudou a imortalizar. Detalhou de forma ímpar figuras díspares, únicas, tão
diferentes ou iguais quanto qualquer mero mortal: Marilyn Monroe, Mae West, Marlon Brando, Ezra Pound, Jean Cocteau, André Gide, Cecil Beaton, Humphrey Bogart, os Keneddy.E também Graziella, a empregada siciliana; o Sr. Fioli, o vizinho italiano; Lola, o corvo de estimação, o "hougan" haitiano...
Observou claramente as mudanças pelas quais a sociedade passava e traduziu, seja através das memórias da vida no Brooklyn, do olhar atento sobre a insensibilidade humana e do incômodo de suas frases, a vida e os artifícios de quem vive. E fez isso de maneira tão espetacular que o mundo é incapaz de esquecê-lo.
Filho único, de pais divorciados, adotou o sobrenome do padrasto, um cubano que entendeu o desejo do jovem e o matriculou nas melhores escolas de Nova York. No entanto, o rapaz repetiu a maioria das matérias, razão pela qual, alguns professores disseram que tinha alguma forma de retardamento mental. Quando a mãe decidiu levá-lo ao psiquiatra, o especialista afirmou categoricamente que o adolescente era um gênio.
Leitor ávido e sem preconceito, conquistou a fama e a glória com um texto impecável. Dono de uma alma indolente e indômita de um talento nato onde não cabia a falsa modéstia, antropólogo por natureza, etnólogo por opção, profissional esforçado, controverso, escandaloso, polêmico, criativo, afiado, sensível, corajoso, esnobe, definitivo, inimitável: Truman Capote.
Porque é essencial.Uma aula de Jornalismo com Truman:
“Tudo que consta aqui é factual, o que não significa que seja a verdade, embora dela se aproxime o quanto pude conseguir. De todo modo, o jornalismo nunca pode ser totalmente puro - e nem a câmera, pois afinal a arte não é água destilada: impressões pessoais, preconceitos e a seletividade subjetiva comprometem a pureza da verdade cristalina.” p.10
“O perfil de Marlon Brando, todavia, me interessa por motivos literários; na verdade, foi por isso que o fiz - pelo i desafio e para enfatizar um argumento literário. Minha alegação era que a reportagem poderia ser uma forma de arte tão elaborada e excitante quanto qualquer outra modalidade da prosa - ensaio, conto, novela - uma teoria que poucos defendiam em 1956, ano em que o texto foi impresso, em oposição a hoje, quando sua aceitação tornou-se até algo exagerada. Meu raciocínio: qual é degrau mais baixo da atividade jornalística, a matéria mais difícil de transformar, passando de completo equívoco a obra de arte? A "entrevista" com estrela de cinema, tipo Silver Screen: certamente, nada poderia ser mais difícil de melhorar do que isso!
Após selecionar Brando como espécime para meu experimento, conferi o equipamento (o principal ingrediente é o talento para registrar mentalmente longas conversas, uma habilidade que desenvolvi com muito esforço durante a pesquisa para escrever As musas são ouvidas, pois acredito piamente que tomar notas - e principalmente o uso de um gravador - gera interferências e distorce ou destrói qualquer naturalidade que possa existir entre o observador e o observado, entre o nervoso beija- flor e seu predador potencial). Tive 'de recordar muita coisa, nas longas horas que Brando passou resmungando e divagando, e dediquei a manhã do dia seguinte à "entrevista" a redigir o texto inteiro. Trabalhei um mês, porém, para chegar ao resultado final. O que aprendi com isso foi principalmente a controlar a "estática" da escrita, revelando a personalidade e mantendo o clima sem ajuda de uma linha narrativa - para um escritor, isso equivale à corda e à picareta para um alpinista.
Em Os cães ladram... dois textos revelam de modo especial a diferença entre narrativa e escrita "estática". Um passeio pela Espanha foi uma brincadeira; embalado por seu caráter anedótico, o texto escorregou pela ponta de um lápis Black Wing em questão de horas. Mas algo no estilo de Uma casa no alto, na qual toda a ação depende do próprio texto, o que importa é o modo como a sentença surge, ecoa, vibra e morre; uma obra assim pode ser um inferno, por isso lhe dedico mais afeição do que a Um passeio pela Espanha, mesmo sabendo que esta última é melhor, ou pelo menos mais eficaz." p 11 e 12
Descrições de Truman:
“Meu interesse pela srta. Y é praticamente clínico, e não sou, confesso constrangido, o amigo que ela crê, pois ninguém consegue se aproximar da srta. Y.: ela parece ter saído de um conto de fadas, alguém real, mas improvável. Ela é como o piano da sala de estar - elegante, mas meio desafinado. A casa, velha mesmo para New Orleans, é protegida por uma grade de ferro enferrujada; mora num bairro pobre, cheio de avisos de quartos para alugar, postos de gasolina, cafés com vitrola automática. Contudo, na época em que a família se mudou para lá - claro, faz muito tempo - não havia morada mais chique em New Orleans. A casa, sufocada por árvores inclinadas, era cinzenta por fora; lá dentro, porém, a fantasia herdada pela srta. Y. está visível por toda parte: as batidas da bengala, quando ela desce a escada monumental, fazem tremer os cristais; seu rosto, um coração em seda enrugada, reflete-se esfumaçado nos espelhos do teto; ela se abaixa (noto, quando isso ocorre, o cuidado com que preserva os ossos frágeis) para sentar na poltrona do pai do pai do pai dela, um artefato perversamente sóbrio com cabeças de leão esculpidas nos braços. Ela é linda ali, na penumbra fresca da casa, e está segura. Tem as paredes, a cerca, a mobília de sua infância. "Algumas pessoas nascem para envelhecer; eu, por exemplo, fui uma criança terrível, não exibia nenhuma qualidade. Mas gosto de ser velha. Faz com que eu me sinta mais..." ela fez uma pausa para abranger a sala com um gesto, "mais adequada".A srta. Y. não acredita no mundo que há para lá de New Orleans. Por vezes o isolamento provoca comentários ácidos, como hoje. Eu havia mencionado uma viagem a Nova York, e ela ergueu uma sobrancelha para perguntar, gentil: "É mesmo? E como vão as coisas lá no interior?" p. 30/31
“Menos badalados, mas para mim mais intrigantes, são Lady Warbanks e os dois acompanhantes, um trio curioso que chega todas as manhãs e toma café numa mesinha na calçada: o cardápio não muda uma tigela de polvo frito e uma garrafa de Pemod. Alguém que supostamente sabe de tudo afirmou que antigamente a hoje déclassé Lady Warbanks foi considerada a mulher mais bonita de Londres; provavelmente é verdade, seus traços finos e o porte altivo peculiar o confirmam, apesar dos conjuntos de marinheiro justos com que se veste. Mas sua conduta não é exemplar, e o mesmo pode ser dito dos acompanhantes. Sobre a dupla: um tem rosto insolente, é um jovem agitado cuja língua parece uma concha a remexer o caldeirão do escândalo sabe de tudo; a outra amiga é uma moça espanhola de cabelo curto liso e olhos cor de couro. Chama-se Sunny, e eu soube que ela, financiada por Lady Warbanks, está a ponto de se tomar a única mulher no Marrocos a comandar uma quadrilha de contrabandistas: o contrabando organizado é uma prática importante aqui, emprega centenas de pessoas, e Sunny, ao que tudo indica, possui um barco com tripulação que percorre o estreito de noite, até a Espanha. A natureza exata do relacionamento entre os três não pode ser totalmente divulgada; basta dizer que juntos eles abrangem todos os desvios conhecidos."
Percepções de Truman:
“Só o sucesso, e mesmo assim apenas no auge, pode trazer alívio. Mas, para artistas sem uma arte, é sempre tensão sem alívio, irritação sem a pérola resultante. Talvez ela surgisse, não fosse a pressão pelo sucesso tão intensa. Eles.se sentem compelidos a provar algo, pois a classe média norte-americana, da qual a maioria provém, reserva palavras cruéis para seus homens sensíveis, para os jovens inteligentes ousados, que não provam imediatamente que seus dons rendem dinheiro vivo. Mas, quando uma civilização acaba, é dinheiro que os sucessores procuram nas ruínas? Ou é uma estátua, um poema, uma peça?" p. 37
Essencial para quem quer aprender a escrever. No entanto,quem acredita que o “fazer-jornalístico” se restringe à três ou quatro parágrafos,com um “lead” simétrico, cinzento e sem graça, seja em mídia impressa ou digital, TV ou rádio, pode optar por não ler. Mas para estes a melhor idéia seria mudar de curso.
E se um anjo assim batesse a sua porta?
...Pois é, na minha porta, ele bate...E a gente ri muito, dança e joga conversa fora.
Depois a gente convidou a tal criatura celeste para ver "Renato Russo - a peça, que lembra os dez anos da morte de um dos grande poetas da música brasileira. E todo mundo se emociounou e eu lembrei muito, muito, do meu amigo Marco Aurélio.
* Guantanamera é um bar e restaurante cubano. http://www.descubracuritiba.com.br/?s=bares&ss=detalhes&id=522
**Infelizmente, Guantanamera, gentílico feminino de que mora em Guantánamo, além de ser uma célebre músicas cubana, atualmente evoca também a prisão de Guantánamo.A baía de Guantánamo, localizada em Cuba, foi concedida aos Estados Unidos como estação naval em 1903. Atualmente, na base naval americana são mantidos prisioneiros das guerras do Afeganistão e do Iraque.
Fidel Castro tentou em vão desfazer a concessão, e desde então, em sinal de protesto, nunca utilizou o valor do aluguel pago pelos EUA, que se mantém no mesmo valor até hoje, 4.085 dólares por ano. Ao redor da base, encontra-se o único campo minado que ainda existe no mundo ocidental. A manutenção da Base de Guantánamo não encontra amparo em nenhuma convenção internacional e, por isto, não há como fiscalizar o que acontece em seu interior. Os presos vivem em condições deploráveis, sem qualquer direito.
Abaixo a versão americana de "banho de sol" em Guantanámo.

"Curiosidades"
No campo de Guantanámo são utilizadas cores diferentes de roupas para determinar quem são os prisioneiros. Os que vestem roupas de cor laranja são prisioneiros comuns e os que vestem branco são muçulmanos. Esta prática não é original. Nos campos de extermínio alemães, durante a Segunda Guerra Mundial, os prisioneiros também eram classificados conforme os desenhos presentes nas roupas. Os detidos por razões políticas tinham um triângulo vermelho nas vestes. Aos judeus era imposta uma estrela constituída por um triângulo amarelo, que poderia ser cruzado com um outro, que assinalava mais motivos para o encarceramento; aos ciganos, um triângulo preto; aos homossexuais, cor-de-rosa e aos criminosos de delito comum, um triângulo verde. Obviamente, como em qualquer regime ditatorial, os Estados Unidos não permitem que a ONU inspecione as condições da base e o tratamento recebido pelos prisioneiros, não importa a idade. Muitos chegaram a Gunatánamo com 13 anos!

- Esta também não é a primeira vez que a democracia americana se utiliza de campos de concetração, ou melhor de confinamento, como eles preferem (concentração ficou vinculado a extermínio, então, "não pega bem").
Japoneses e alemães eram retirados à força das casas elocais de trabalho e enviados para instalações de segurança máxima. O governo americano se via no direito, inclusive de tranferir moradia e negócios para um americano "puro". Os campos eram cercados com arame farpado e vigiados por guardas armados. Aqueles que tentavam fugir eram abatidos.
- O Brasil também possuiu campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Mais de 3.000 pessoas de origem alemã, italiana e japonesa foram mantidas em dez campos de concentração criados em sete Estados brasileiros, inclusive em Santa Catarina e no Rio grande doSul. Aqui, no entanto, os prisioneiros podiam sair do local de confinamento, mas sofriam com a intolerância eperseguição dos brasileiros. Na região oeste de Santa Catarina tive a oportunidade de conversar com descendentes de alemães e italianos que viveram este período e, constatei que aqueles momentos, ainda estão frescos, guardados na memória deles.
Para saber um pouco mais: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u43301.shtml
O que é "Indie"?
Seguinte: "indie" indica independente, fora do mainstream. É o que é reconhecido como experimental, autêntico, não-comercial.
Uh Huh Her - Indie eletropop
http://www.uhhuhher.com/
Dressy Bessy: Indie pop rock
http://www.dressybessy.com/
http://www.youtube.com/watch?v=sNJBOelukdA
http://www.youtube.com/watch?v=RDY0Km304ag
Juliet Lewis and The Licks: Indie rock
UM MAIO QUE MUDOU O MUNDO
Maio de 1968 Período marcado pela movimentação estudantil ocorrida em Paris, na França, em 1968, que termina em confrontos entre jovens e policiais durante o mês de maio. Iniciada por estudantes, conta com a adesão de trabalhadores e espalha-se, posteriormente, para outros países. 
Em 1968, descontentes com a disciplina rígida, os currículos escolares e a estrutura acadêmica conservadora, estudantes de Paris organizam protestos que levam à ocupação da Universidade de Nanterre (oeste de Paris), em 23 de março. Eles contestam também a situação social e política do país e o governo do general Charles de Gaulle, em virtude do desgaste provocado pela guerra de independência da Argélia. Entre os slogans criados estão É Proibido Proibir, O Poder Está nas Ruas e A Imaginação no Poder. A decisão da reitoria de fechar a faculdade, em 3 de maio, faz a Sorbonne abrir as portas para os alunos de Nanterre. Influenciados pelos estudantes, operários de Paris realizam protestos, ocupando fábricas e organizando passeatas e greves.
No Quartier Latin, bairro dos intelectuais em Paris, há barricadas. Em 6 de maio ocorre o confronto entre 13 mil jovens e a polícia. Os policiais lançam bombas de gás lacrimogêneo, respondidas com pedras pelos jovens. Entre os líderes estudantis destacam-se Daniel Cohn-Bendit e Tiennot Grumbach. Nos dias seguintes, continuam as manifestações, e cerca de 150 carros são danificados ou incendiados. A princípio, o governo francês fica paralisado. Mas a situação é controlada no final de maio, com violenta repressão. No total são mais de 1,5 mil feridos. O governo de De Gaulle, abalado, sustenta-se no poder somente até abril de 1969.
Os acontecimentos em Paris fazem parte de um movimento maior de contestação que ocorre em vários países do Ocidente, como Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda (Países Baixos), Suíça, Dinamarca, Espanha, Reino Unido, Polônia, México, Argentina e Chile. Jovens e trabalhadores protestam contra a situação do pós-guerra, as guerras e as ocupações imperialistas.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os jovens opõem-se à Guerra do Vietnã e fazem manifestações do movimento hippie. Nas críticas, de modo geral, existe uma mistura de radicalismo político e irreverência, que acusa tanto o capitalismo como o socialismo. No Brasil há manifestações estudantis contra o Regime Militar de 1964 e a reforma universitária proposta pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), em 1967, que adota o modelo norte-americano de educação.http://br.geocities.com/vinicrashbr/historia/geral/maiode68.htm
ARQUITETURA
Ma Yansong: diziam que os projetos dele eram malucos e caros.
http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/edicoes/0250/cobertura/mt_270647.shtml
ARTISTAS USAM RECURSOS DO DESIGN
http://diversao.uol.com.br/album/looks_conceptual_album.jhtm
Passeio pela exposição
http://mais.uol.com.br/view/1xu2xa5tnz3h/metropolis--exposicao-looks-conceptual-040266CCA10386?types=A& -
FOTOGRAFIA - HEAVEN TO HELL: BELEZAS E DESASTRES
David LaChapelle

http://marcelerick.multiply.com/calendar/item/10009/David_LaChapelle_-_Heaven_to_Hell_Belezas_e_Desastres
FILMES
Nação Fast Food

"Don Henderson (Greg Kinnear) trabalha para uma das maiores redes de fast food dos Estados Unidos. Sua mais recente criação, o sanduíche The Big One, tornou-se um sucesso de vendas e levou às alturas seu prestígio na empresa. Certo dia o chefe de Don o chama para uma conversa particular. Um amigo da universidade, ligado ao laboratório de testes com alimentos, contou que um escândalo está prestes a estourar: a carne de hambúrguer da casa está contaminada. Caberá a Don investigar o problema." http://www.adorocinema.com/filmes/fast-food-nation/fast-food-nation.asp
PIAF: UM HINO DE AMOR

Hollywoodiano sim, mas com certo glamour.
" A vida de Edith Piaf foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos três aos sete anos de idade, ficou cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde, viveu com o pai alcoólatra, a quem abandonou aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935, foi descoberta por um dono de boate e, naquele mesmo ano, gravou seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública. Altos e baixos da voz que marcou gerações." http://www.cineplayers.com/filme.php?id=2745
PERSÉPOLIS
"Gênero: Animação, Drama
Duração: 95 min.
Tipo: Longa-metragem / P&B/Cor
Palavras-Chaves: Baseado em quadrinhos, Irã, Garota iraniana, mais...
Animação baseada nos quadrinhos (autobiográficos) de Marjane Satrapi que conta a história de jovem iraniana muito precoce e sincera. Teerã 1978: Marjane, de oito anos, sonha em ser uma profetisa do futuro, para assim salvar o mundo. Querida pelos pais cultos e modernos e adorada pela avó, ela acompanha avidamente os acontecimentos que conduziram à queda do xá e de seu regime brutal. A entrada da nova República Islâmica inaugura a era dos “Guardiões da Revolução”, que controlam como as
pessoas devem agir e se vestir. Marjane, que agora deve usar véu, sonha em se transformar numa revolucionária. Pouco depois, a cidade é bombardeada durante a guerra contra o Iraque. Com as restrições impostas pelo conflito e o desaparecimento rotineiro de membros da família e entes queridos, a repressão torna-se cada dia mais severa. Como o ambiente fica a cada dia mais perigoso, a rebeldia de Marjane sugere um grave problema. Seus pais decidem mandá-la para a Áustria, para sua própria proteção. Em Viena, Marjane vive outras revoluções aos 14 anos: adolescência, liberdade e o peso do amor mas, além de toda a também excitação, vem também a sensação de exílio e solidão e o gosto amargo de estar à margem da sociedade. No elenco de dubladores, a atriz Chiara Mastroianni dá voz à Marjane criança e adolescente, enquanto que sua mãe na vida real, a veterana Catherine Deneuve, vocaliza a mãe de Marjane.http://www2.uol.com.br/mostra/31/p_exib_filme_366.shtml
Trailler
http://www.youtube.com/watch?v=rUp9o_CNo04&feature=related
D DE DESIGN
Para o inglês John Tackara, especialista em políticas de sustentabilidade, a nova função do Design não está mais somente na produção de objetos para o lar ou uso, mas sim, criar uma sociedade melhor.
"Designers tradicionalmente produzem coisas. Mas se a sustentabilidade significa menos coisas, então quais são as novas tarefas do Design? Explorar essa questão é meu trabalho."
http://www.thackara.com/
Livro http://www.thackara.com/inthebubble/
Festa de aniversário do meu irmão querido! Ele gosta de Psy...Eu não tenho preconceito, mas adoro um Tribal-House-Trance! No fundo somos parecidos :) Eletrônica.



Li num muro:
Bruna vc eh tudu pra min
Se eu fosse a Bruna respondia:
(41)9999-xxxxx. Este é o telefone da dona Rose, professora de português.
Site de onde faço o curso de DJ. Tem uns professores muito bons...
http://www.aimec.com.br/2008/site/
PS: O meu abraço aos queridos alunos e ex-alunos que me mandam mensagens tão emocionantes.
Queridos alunos de Jornalismo, embora muitos acreditem piamente que meu verbo irá conjugá-los num tempo passado, minha memória garante a permanência de todos no aprendizado que vocês me propuseram ao longo dos anos ou meses que estive com vocês. Na imagem do Glauco pedindo "pelamordedeus" tempo para o intervalo, há muito já vencido, a inscrição de minha saudade de todos. Obrigada.Sempre.


O que é Lomografia?

"O que acontece quando dois jovens estudantes austríacos compram uma câmera fotográfica russa em Praga? Pode até parecer piada, mas foi a partir deste encontro inusitado que surgiu um dos mais criativos movimentos culturais da atualidade. É a Lomografia, uma verdadeira febre que a cada dia conquista mais e mais adeptos, e que nasceu quase sem querer, quando dois austríacos decidiram passar o verão de 91 na Praga em lua de mel com a democracia. O único problema é que haviam esquecido as suas câmeras em Viena. Desesperados, entraram no primeiro mercado de pulgas que encontraram pela frente e saíram de lá com duas LK-A (Lomo Kompakt Automat) em mãos.
Apaixonados pela pequena câmera russa, não pouparam filmes e registraram tudo o que viram pela frente. De volta para a casa, quase caíram para trás ao verem as fotografias. Cores saturadas, borrões, imagens desfocadas, luzes em movimento. Logo, a Lomo Kompakt Automat, hoje mais conhecida como LC-A, virou mania entre os jovens de Viena. Muitos chegaram a viajar para a República Tcheca apenas para comprar a máquina. Não demorou muito para que a Sociedade Lomográfica fosse fundada, e em pouco tempo a paixão pela Lomo chegou aos outros países da Europa, aos Estados Unidos e à Ásia.
Você deve estar se perguntando o que há de tão especial em uma câmera russa. A LC-A surgiu em 1982, em São Petersburgo, quando o General Igor Petrowitsch deu ordens à tradicional fábrica Lomo para que produzisse em grande escala uma cópia da supercompacta máquina japonesa Cosina CX2. Segundo o militar soviético, todo comunista deveria ter uma LC-A em casa. Felizmente, a cópia ficou muito melhor do que a original. O que torna a LC-A tão especial é a sua exposição automática, feita sob medida para difíceis condições de luz sem o uso do flash; e as lentes Minitar, capazes de dar mais brilho às cores e criar verdadeiros efeitos psicodélicos, um projeto guardado a sete chaves pelo Professor Radinov. Não é difícil entender, então, por que este pequeno artefato russo desperta tanta atenção nos quatro cantos do mundo. Afinal, é capaz de transformar uma simples fotografia em uma imagem única.
O pulo do gato da Sociedade Lomográfica foi o uso da internet. Através de seu website, a idéia de registrar o cotidiano foi espalhado sob o slogan "Não pense, apenas fotografe". Quando a Lomo ameaçou parar de fabricar a LC-A, os austríacos foram até a Rússia para uma reunião com Vladmir Puttin para lhe fazer uma proposta: se os russos continuassem a produzir a câmera, a Sociedade Lomográfica garantiria as vendas. Com o ok de Puttin, o website tornou-se também uma pequena loja e, em pouco tempo, foram fechados acordos com revendedores em diversos países. Mas a imaginação dos lomógrafos foi muito além da LC-A. Outras câmeras diferenciadas foram criadas, como a ActionSampler, a SuperSampler e a Pop 9.
Muita gente acusa a Sociedade Lomográfica de ser uma grande jogada de marketing. Marketing ou não, o fato é que a sua filosofia expande os limites da fotografia, fazendo com que ela realmente faça parte da vida das pessoas. E o que é mais importante: são pessoas normais, que muitas vezes não possuem nenhuma noção de técnica. Porque lomografia é, acima de tudo, a descoberta do instinto do olhar. E isso, acredite, pode ser uma experiência inesquecível. Por André Takeda
Obviamente já existem programas de computador para recriar o "efeito Lomo" em fotos digitais. Mas isso não é mais lomografia...A erudição e a clareza de quem sabe o que faz: Oscar Niemayer.

Atrás: “Nitsche is dead.” God.
Coerente e instigante.
Você que gosta de DESIGN sabe quem foram Charles e Ray Eames?


"Como homem ciumento eu sofro quatro vezes: por ser ciumento, por me culpar por ser assim, por temer que meu ciúme prejudique o outro, por me deixar levar por uma banalidade; eu sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco e por ser comum.
“... Do que serviria a vida se não fosse para corrigir os erros, vencer os preconceitos e a cada dia alegrar nosso coração e nossos pensamentos ...”
Nação Fast Food: Uma rede de corrupção.

Anúncio públicado na Gazeta, aqui em Curitiba. Verdade! Sem alteração.

















